quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Mais cotidiano, aí.

Não, já é quarta feira e eu ainda não descobri qual o melhor caminho para ir da minha casa à minha faculdade. Suponho que eu ainda vou apanhar muito pra conseguir descobrir. Ainda preciso de um carro.

A parte boa de tudo isso é que hoje foi minha última chance de chegar atrasado. Amanhã acabam-se as palestras quase interessantes e parece que começam as aulas de verdade. Parece, eu disse.

Chega de explicações. Aposto que você veio aqui pra ler como eu se ferrei no dia de ontem e de quebra ver como eu estava errado pensando que poderia usar meu bilhete de Ponte Orca na Vila Madalena. Delicie-se.

Ontem, novamente, saí todo disposto pra chegar na USP em um horário decente. É óbvio que não consegui, não é?

A intenção inicial era pegar uma palestra sobre, acredito eu, as diferenças entre o curso de Bacharelado e o de Licenciatura mas, como o caminho "de metrô até a Vila Madalena, atravessar a ponte à pé e pegar o Circular" demorou mais do que o previsto, consegui ouvir só um pedacinho, quando o palestrante disse "então, turma, alguma pergunta?". Me sentindo totalmente perdido, resolvi não perguntar nada que ele pudesse ter explicado durante o tempo que eu ainda não tinha chegado no auditório. E achei melhor não perguntar o que ele estava achando do BBB7 e da saída da Irislene porque eu senti que uma palestra sobre os cursos de Bacharelado e Licenciatura não era o local apropriado para se perguntar qualquer coisa que não dissesse respeito a esse tema. Resumindo, fiquei lá, sentado, fingindo que ouvia, com cara de conteúdo.

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Depois dessa palestra rolou alguma coisa sobre a biblioteca e sobre como ela era boa e sobre como eu podia ter acesso ao índice do acervo pela internet e depois uma outra sobre Linux e sobre como ele é bom e sobre como o windows é um lixo. Sempre que eu ouço coisas desse tipo fico com vontade de instalar e usar Linux aqui no meu computador mas... a preguiça de aprender é demais. E quase nenhum dos meus joguinhos de windows roda no linux sem que eu faça um trabalho intelectual imensíssimo. Por isso, minha opção é windows, mesmo. E o Windows XP, porque duvido que aquele "Windows Vista, UAU!" fique estável antes da copa da África do Sul.

Enfim...

Pra voltar pra casa foi ainda pior. A palestra de Linux foi bastante longa e só saí do auditório por volta das 11 horas. Esperei um ônibus genérico, com medo de não ter nenhum passando àquela hora. Passou um para a Vila Madalena. Fui até lá, peguei metrô, cheguei em casa. À 1 da manhã. Maravilha, né?

Divago.

Hoje, a parte ruim foi não poder usar meu bilhete de ponte orca, como eu tinha feito antes. O rapaz não quis me deixar entrar porque o bilhete marcava 17:03 e eu estava entrando na fila às 18:20. Que merda. Tive que optar por outro caminho. E pagar mais uma passagem, de ônibus, desta vez. Merda.

Depois disso tudo correu mais tranquilamente. Nada realmente importante na USP, também. Palestra chata sobre Mulheres, Feminismo, Revolução e Repressão... ou quaisquer outras palavras relacionadas a isso, como Comunismo, Stalinismo, Guerra Fria, Auschwitz, Liberdade, Igualdade, Fraternidade, Terrorismo, Populismo, 21 de Setembro, A vinda da Família Real para o Brasil, Colonialismo, Imperialismo, Metalismo, Feudalismo, Direitos Femininos e muitas daquelas baboseiras que você, eventualmente, ouve numa aula de história e não sabe como diabos saber o que aconteceu no Século XII pode realmente ser útil para combater o preconceito ao redor do mundo.

Eu sutilmente deixei cada palavra daquele sublime evento passar tranquilamente por cada um dos meus ouvidos, sem, no entanto, deixar que meu cérebro se preocupasse com elas. Enquanto meus ouvidos ouviam tudo o que era dito ali, meu cérebro vagava alegremente pensando sobre a namorada, o novo livro do harry potter, a minha aldeia de travian, kung fu, senhor dos anéis, RPG, auto escola, handebol e diversos outros campos simples da imaginação, como dias ensolarados e cachoeiras bonitas que não vemos com frequência na Capital de São Paulo.

Depois disso voltei pra casa de acordo com o roteiro que eu planejava seguir, a princípio. PQ D. Pedro II e depois, qualquer ônibus que fosse Radial Leste afora.

Acabou.

Novamente, espero que a leitura tenha sido bacanética. :D

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Primeiro dia de aulas! Sensacional!

Então... esse texto é pra você que se sente injustiçado, depressivo, acha que a vida pega no seu pé o tempo todo e pensa com frequência sobre como deve ser boa a vida daqueles que passaram na USP neste final de ano e sobre como eles estão felizes e contentes com isso.

Eu sou uma dessas pessoas que passou na USP e... sim, estou feliz e contente com isso mas... a vida pegou no meu pé, particularmente hoje, no primeiro dia de aula.

Vou pular pra parte legal, ok?

... aí eu achei o papel onde dizia o horário das atividades programadas praquele dia (hoje) e descobri que eu estava atrasado. Eu pensei que fosse às 19 horas que os eventos fossem começar e na verdade, começariam às 18:30. A propósito, eram 17:00 quando descobri isso.

Sorte a minha que eu estava pronto. Coloquei o papel dentro da mochila e saí em disparada em direção ao ponto de ônibus mais próximo, disposto a pegar um ônibus para ir até o metrô (coisa que eu não faço corriqueiramente), afinal, eu pegaria outro ônibus, depois do metrô. Valia a pena.

Até aí, tudo bem. Chego no metrô e... meu bilhete único não estava suficientemente carregado. Ou eu pagava mais 2,30 e comprava um bilhete de metrô ou carregava o bilhete único. Pão duro como sou, peguei a fila que se extendia por alguns metros de seu último integrante até o funcionário que carrega cartões de bilhete único e aguardei pacientemente, mesmo atrasado.

...

...

Carreguei meu bilhete, corri para as catracas, pagando "apenas" 1,20 para ter acesso aos trens. Corri mais um pouquinho e fui suficientemente rápido para evitar que minha mochila ficasse presa na porta que iniciava seu processo de fechamento quando eu estava na metade da escada rolante.

...


...


Desci na República, subi as escadas tão rápido quanto alguém que nunca subiu as escadas da República às 6 da tarde poderia fazer. Só para esclarecer, às 6 horas da tarde, basicamente, toda a população de São Paulo DESCE as escadas da estação República do metrô.

Me dirigi ao ponto de ônibus mais próximo e tive a infeliz notícia que o ônibus que eu pretendia pegar [702U] infelizmente não parava naquele ponto.

Ainda assim, peguei o primeiro ônibus que subisse a consolação, pensando que poderia descer em qualquer ponto da consolação e pegar o 702U.

Ledo engano... meia hora depois o ônibus estava virando a esquina da consolação. Esse trajeto normalmente demoraria cerca de 74.23 segundos, dependendo do quão atrasado o motorista estivesse para o casamento do cachorro fashion da sua cunhada socialyte.

Retomando: passado um tempo imensurável (para mim, considerando o fato que eu estava lendo, durante todo esse tempo), finalmente chegamos à Rua da Consolação.

Desci do ônibus. Para que você, leitor, tenha um breve vislumbre da situação do trânsito na cidade de são paulo, eu peguei o ônibus "Cidade Universitária", que estava dois ônibus na frente do que eu pegara anteriormente. Ou seja: estava tudo tão parado que eu peguei o ônibus que passou antes do que eu estava antes. Espero que você tenha entendido, não vou escrever de novo.

Adivinha só!? Não era a linha que eu queria. Tudo o que eu queria era sair daquele ônibus fedorento cheio de gente suada fedendo (eu, incluso).

O ônibus estava tranquilo. No começo. Depois de 3 pontos parece que todas aquelas pessoas que estavam pegando o metrô na República mudaram de idéia e subiram a consolação correndo pra entrar no ônibus onde eu me encontrava.

Não sei quanto tempo se passou dentro daquele ônibus. Mas... eram 20 horas e eu estava perto da estação Clínicas do metrô, na Rebouças. Peguei meu informativo e vi que o último evento do dia aconteceria às 21:30. Adivinha só?! Desisti.

Não, não dava. Eu não ia chegar na USP até aquela hora. Ia chegar atrasado e ia ver pouca coisa. Resolvi me abster de dor de cabeça e rumei ao metrô clínicas, fingindo que nada havia acontecido.

Depositei R$1,50 numa das máquinas de refrigerante do metrô, apertei o botão vermelho com letras brancas que diziam claramente para qualquer um que pudece decifrar o alfabeto ocidentar "coca-cola" e tomei. Foi bom, estava gelada.

Depois de mais alguns instantes no metrô e na lotação, aqui estava eu, começando a escrever este texto.

Bah, amanhã saio daqui às 16, quando não tem trânsito na cidade. Blééééé!

Preciso de um carro.

EP maroto

A verdade verdadeira é que nunca quis ser DJ mas os caras do Fórum tiveram uma ótima idéia, fazendo EPs.

A regra de uma EP, que eu não sei exatamente o que significa, é que eu deveria fazer uma capa de 350x250px e escolher 5 canções com um tema qualquer e escolher uma ordem pra elas.

Veja você, como ficou executando o baixamento aqui (link para fazer o baixamento).

01. Ray Charles - Hit the road, Jack , Música para ser expulso de casa. E ficar displicentente raivoso por isso.

02. Green Hornet - Al Hirt , Música para sair da garagem cantando pneus loucamente.

03. Dream Theater - Lie , Música para momento máximo de fúria, quando você quer matar todos aqueles por descuido cruzarem seu caminho.

04. Antonio Banderas/Eddie Murphy - Livin' La Vida Loca , Música encontrada nas rádios latinas do novo méxico, enquanto se procura alguma coisa no rádio, depois de perceber que, na pressa de sair de casa, esqueceu seu porta cds.

05. Foo Fighters - All My Life , Música para tomar porre. Depois de ouvir música "latina" até o cu fazer bico (ou a gasolina começar a acabar), é necessário abastecer o carro. Aproveitar e descansar no boteco estalagem do lado do posto de gasolina de beira de estrada e tomar várias. Por mais pop que foo fighters seja, ainda tem distorção.

De uma forma bem geral, virou uma mistura de vários rockzinhos.

Divirta-se! xD

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Matrícula

Pra você que está sem saco para ler tudo o que eu vou escrever, acabo de ter uma idéia. Leia o segundo parágrafo e não me encha o saco falando que meu post foi grande. :D

Passei na USP, legal. Me matriculei, me pintaram, não me cortaram o cabelo e ótimo! Joguei bilhar por lá, comi no bandejão com minha carteirinha provisória e fui chamado pra treinar handebol, meu esporte predileto com o time da Física. As aulas começam dia 26 e... não, eu não faço idéia do que vou fazer tendo no currículo um Bacharelado em Física.

Agora, do começo...

Saí de casa por volta das 14h30, esperando me matricular antes da 5h. Claro que isso não aconteceu. Andei de casa até o metrô belém, como de praxe... deixando me levar pelo instinto aventureiro, peguei um ônibus: Jardim Bonfiglioli, imaginando que ele me levaria até dentro da Cidade Universitária. Ledo engano. Logo após passar a ponte depois da Rebouças descubro que o ônibus não vira onde devia ter virado e que eu, agora, devo andar umas duas quadras pra pegar o ônibus certo. Nota mental: descer na consolação e pegar o ônibus certo antes que seja tarde demais.

Chegando no ponto onde passavam diversos ônibuses para a Cidade Universitária, peguei o primeiro e... descobri que estava errado. De novo. Mas que caralho! Quem foi que disse que aquele campus devia ser tão grande!? Parei no primeiro ponto dentro da USP e esperei mais um pouco... peguei um ônibus bacana, que passa na consolação e teoricamente passaria em frente ao Instituto de Física. Não, não passou. Desci a Rua do Matão inteirinha a pé. Perdi mais um precioso tempo. Nesse momento eu já pensava em não ter tempo suficiente pra pegar a matrícula, já com medo de ter que voltar amanhã. Felizmente isso não foi necessário.

Deu tempo! Cheguei! Vou poupá-los dos detalhes burocráticos. Em alguns instantes depois de ter chegado no IF, eu estava matriculado e... sim, pintado, porém, com cabelo!

O fato de eu ter sido o último bicho a chegar me deu algumas vantagens e desvantagens. Eu não pude participar da zoeira que deve ter acontecido pela manhã, quando montes de bichos queriam fazer suas matrículas. A parte boa foi que eu me livrei de fila, de corte de cabelo e... bom, foi só. Depois estar devidamente pintado, rumei para um espaço cujo nome ainda desconheço. Fato importante: lá havia uma mesa de sinuca! :B

Resolvi tirar um pouco da tinta do meu rosto e dos meus braços. Fiquei de próximo na mesa de sinuca, joguei, ganhei o primeiro jogo e perdi o segundo. Abandonei a mesa me sentindo vitorioso! Na sequência, não sei se fui convidado ou me convidei. Fato é que fui bandejar. Comi a comida caseira da USP por 2 reais e foi interessante. Eu diria que matou minha fome. :D

Eu acho que me esqueci de alguma parte porque antes do jogo de bilhar e da bandejada, comentei com algum veterano que eu jogava handebol. Esse veterano se interessou e chamou alguém que parecia ser responsável pelo time. O responsável me convidou para ir treinar no Cepê (eu chamaria de "Clube da USP" se não tivesse sido corrigido depois de chamá-lo assim algumas vezes) às terças e quintas feiras. Me sentindo orgulhoso mais uma vez aceitei e... pronto, já posso jogar handebol de novo! xD

Acho que é isso... foram essas as minhas aventuras pelo campus da USP no dia de ontem. Ou anteontem... segunda feira. Pronto!

Espero que a leitura tenha sido agradável a todos. ^^

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Tempo relativo? Ieié!

Pensei em alguma coisa interessante hoje: será que o tempo passa com a mesma velocidade para cada uma das pessoas no mundo?

Eu não pensei tempos pequenos como, por exemplo, duas pessoas esperando o mesmo ônibus, uma delas lendo uma revista e a outra atrasada para um compromisso inadiável. É óbvio que a segunda vai pensar que o ônibus demorou muito mais pra pensar.

Meu pensamento era sobre alguma coisa um pouco maior, como sobe o quão rápido ou devagar passa a adolescência para quem namorou durante ela toda ou o ano em que aquele intercambista passou fora do seu país natal.

Acho que um bom jeito medir a velocidade com a qual nós passamos pelas situações, seria o número de histórias que podemos contar sobre determinada época. Quanto mais histórias, mais devagar passou o tempo para você.

Por exemplo: quantas histórias você é capaz de contar sobre aquela viagem para a praia só com os seus amigos/amigas? Normalmente essa pergunta é respondida com "diversas!".

Outra pergunta poderia ser: quantas histórias divertidas você pode contar sobre as suas aulas de [leia aqui a matéria que você mais detesta, na escola]? Diferentemente da questão anterior, dificilmente veremos diversas histórias por aqui.

Pode parecer que o tempo passava muito mais devagar quando você estava dentro da sala de [materia detestada]. Fato é que a impressão realmente é essa mas... olhe agora! Parece que você passou muito mais tempo viajando do que dentro da maldita aula do professor de [você já sabe o que fazer aqui], ou seja, o tempo passou mais devagar do que você imaginava, durante a viagem.

Não se lamente por ter que deixar os momentos excelentes, que pareceram ter durado tão pouco um pouquinho de lado. Daqui a algum tempo, esses momentos parecerão ter sido intermináveis se comparados com os momentos não tão bons.

A única dificuldade na história é fazer o tempo render mais... posso concluir uma coisa bastante importante, depois de ler o que escrevi. Embora óbvia, acho válida. Aí vai:

Considerando que o tempo gasto com coisas ótimas parece crescer depois de maturar, é importante fazer muitas coisas ótimas assim, quando você olhar para o seu passado e tiver montes de histórias pra contar para os seus netos (ieié!), vai perceber que aproveitou de montão o seu tempo, mesmo que ele tenha parecido passar bastante rápido, à época.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Elelator go down the hooooole



Mais um vídeo totalmente excelente. Sugiro que você use seu conhecimento da língua inglesa para compreender o vídeo em toda a sua crocância. É uma delícia.

Ainda estou procurando o episódio em que Plucky joga as coisas privada abaixo. Se você conhece um lugar onde eu possa obtê-lo, não esqueça de me mandar um e-mail!

A única coisa que descobri até agora é que o nome do episódeo é "The Potty Years". Boa sorte pra gente nessa busca! :B

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Bom dia, boa tarde, boa noite

No atual momento de ócio, ao ler "Title" do lado de um campo de texto, resolvi entitular o que quer que fosse escrito neste outro campo de texto como "Bom dia, boa tarde, boa noite", independente de onde diabos eu pudesse chegar em eventuais viagens textuais. :B

Hoje minha saúde acordou de mau humor. Se me pedissem, eu daria ao pequeno monte de pipocas que comi no cinema na noite passada o cargo de bode expiatório. Tenho sintomas de prssão baixa e desidratação. Vou deixar que o tempo e a boa alimentação cuidem de mim. :D

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Depois de escrever o trecho acima acabei indo almoçar e perdi o fio da meada. Almoço saudável mas ainda não passou a minha falta de saúde. Tomei aspirina com café e água! Diz-se que melhora, mas estou duvidando.

Lembra-se que eu estava com muita vontade de escrever? Pois bem, passou.

Quem sabe eu escrevo mais, mais tarde. Nunca se sabe.

Obrigado, de novo pela atenção e... é!

Pas e Lus.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Tente não rir



Bonitinho, no mínimo.

Deliciem-se com as risadinhas da pequena criança. :D

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Só por desencargo de consciência, não quero falar sobre o que todo mundo já sabe, então esqueçam a história sobre o caminhão que desce pelo buraco. Eu não vou falar sobre isso, já esgotei todas as eventuais piadinhas sobre o assunto. Agora já estão achando vítimas e eu vou me sentir culpado se continuar fazendo essas piadinhas.

Quer dizer... teve uma senhora que morreu na ruazinha que eu passava de vez em quando pra ir pro cursinho. É foda, né?

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

Ok, acabou a palhaçada

Então, né gente? O youtube voltou, está tudo normal... o post anterior ainda não foi inútil. Espero. Use se precisar que ninguém saiba seu IP, por algum motivo.

Pelo caminho... depois eu conto pra vocês como aconteceu alguma merda no metrô de São Paulo e todo o mundo ficou prestando atenção no prédio onde eu trabalhava.

Bjunda! =*

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Sobre Proxys

Depois de toda a papagaiada que uma determinada filha de uma dama que oferece favores em troca de dinheiro aprontou numa belíssima praia da Espanha (você pode ver o vídeo tranquilamente neste endereço: http://video.google.com/videoplay?docid=-304248496329760320) e alguns processos jurídicos tentando tirar, entre outros sites, o famoso site de vídeos YouTube do ar, finalmente conseguiram.

Nos últimos dias, algumas empresas de telecomunicação cortaram o fornecimento de acesso ao referido site por uma liminar apresentada pela Justiça Paulista.

Nos parágrafos que se seguiriam, eu poderia escrever sobre como essa decisão foi errada e imbecil, mas em vez disso, escreverei sobre como furar o bloqueio enquanto não termina essa parvoíce. Eu poderia explicar, relacionado a isso, como fazer o processo no Internet Explorer, mas como eu não gosto dele, só vou mostrar no firefox e vou mostrar, também como baixar o firefox.

Primeiro passo: acesse http://www.mozilla.com/en-US/firefox/ e downloadeie a versão mais recente desse excelente browser e instale-o.

Segundo passo: lá em cima, nos menus, clique em Tools>Options, entre na aba generals e clique em connections settings. Você deverá presenciar alguma coisa como isto:



Terceiro passo: Selecione a opção "Manual proxy configuration", acesse http://www.xroxy.com/ e, do lado direito, há uma lista denominada current proxy list. Escolha um daqueles números, copie e cole no campo "HTTP Proxy".

Exemplo:

Eu escolhi o número 192.175.37.71:80. Perceba que o número depois dos dois pontos fica no outro campo, o campo Port.



Quarto passo: Acesse www.youtube.com e divirta-se. Se não der certo, experimente outro número.

Vale lembrar que a internet pode ficar um pouquinho mais lenta do que percebias, antes, uma vez que estás a usar servidores internacionais, mais longe de onde tu acessas.

PS: É importante lembrar de não acessar nada importante enquanto estiver usando um proxy, uma vez que ele guarda todas as suas senhas lá dentro. Quer dizer, não tem problema o cara saber a senha do seu e-mail, mas não e bom você mostrar a senha da sua conta do banco assim, de graça, não é?

PS2:


PS3:


De nada! :D

Não me apetece trabalhar

O vídeo diz tudo.

Adblock


E se você não consegue acessar o youtube, aguarde!

Ainda hoje um post sobre proxys e o que fazer para contornar essa adversidade temporária.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

Jogo de zumbis totalmente excelente!

The Jogo de zumbis totalmente excelente!

Viciante, contagiante, ótimo!

Experimente! :D

Tente jogar por menos de 5 minutos e falhe miseravelmente. ^^

[mentira]
O unico defeito do jogo é não ter um botão de pausa... :/
[/mentira]

O jogo tem, sim, um botão de pausa que eu ainda não tinha descuberto. Meu amigo Thiago Spada me corrigiu e eu corrijo meu post. Aperte P e pause o jogo. Óbvio.

Divirta-se!

Fuvest, segunda fase, primeira prova

Aconteceu ontem, fui fazer a minha primeira prova da segunda fase. Os nervos não estavam à flor da pele, eu não tremia de nervosismo, então havia muito desespero no meu semblante. Por mais que fosse a segunda fase dafuvest, ainda era só mais uma prova de português, certo? Bom, era o que parecia.

Com montes de pontos na primeira fase não estou desesperado para fazer todos os pontos que a segunda fase permite. Há quem defenda que acertar metade da prova de português já é uma coisa boa. Fico feliz, vou adiantar aqui que acredito ter acertado quase metade dessa prova.

Perto das 11 horas da manhã do domingo, eu estava conferindo a bagagem para entrar sem problemas na Anhembi Morumbi da Bresser, e não passar nenhum aperto do tipo "e agora, onde está minha borracha", "jesus, não tenho caneta para esta prova", "malditos grafites que acabaram e eu esqueci de colocar mais dentro da lapiseira" ou ainda "então, seu fiscal, eu esqueci o RG em casa...". A verdade é que eu não estava nem um pouco a fim de ter problemas, logo estava checando tudo com alguma antecedência.

Separados todos os itens (uma lista relativamente simples), conferi se estavam todos funcionando perfeitamente. A caneta tinha tinta, a lapiseira tinha um só grafite, a borracha apagava e o RG estava na minha carteira. Pra evitar os problemas de que falei no parágrafo acima, fui colocar grafites extras na lapiseira.

Eis que eu me sinto dentro de um daqueles filmes americanos, naquela tomada onde o herói está colocando balas no pente da arma que utilizará mais tarde contra todos aqueles vietnamitas safados que o tentarão matar por todos os lados em uma das cenas que se sucederão, com aquela música heróica e pensando "relaxa, vietnamitas não são o suficiente pra te derrubar".

Com tudo devidamente arrumado, peguei carona com meu pai para me dirigir à temida avaliação.

Chegando lá procuro meu nome nas folhas expostas ao público para descobrir em que sala eu faria a prova. Eu, idiota que sou não tinha percebido que tinha o número na minha carta de convocação... ¬¬

Corri para a sala 47, mesmo não estando atrasado, encontrei Alê, um rapaz que conheci quando ainda fazia cursinho no tatuapé. Desejamo-nos boas provas e depois de algum tempo inicia-se o processo. Fiscais entregam as provas, sentimos a tensão dos que estão aos nossos lados, os colegas iniciam seus tiques nervosos. Enquanto isso, eu permaneci tranquilo. Ainda era só uma prova de português. Depois de alguns minutos eles permitem que abramos as provas e está dada a partida!

Primeira questão tranquilíssima... segunda também, terceira idem. A prova parecia fácil. Eu me perguntava "mas que diabos?". Só podia ser pegadinha do Mallandro. Depois de cansar o braço respondendo 10 (9, na verdade, deixei uma sem resposta) questões dissertativas e fazendo uma redação um pouquinho mais que "mediana", de acordo com a minha concepção, saí da sala e fui para o pátio da faculdade que cediou tão importante evento.

Depois de uma rápida sondagem a procura de amigos, encontrei diversos deles. Gente com quem estudei no Colégio Aranha, gente com quem estudei no Objetivo Tatuapé e algumas poucas pessoas com quem estudei no Plinião.

Papo vai, papo vem, quando percebi, tinha passado um bom tempo e pais e namorada deviam estar devidamente preocupados. Resolvi voltar a pé pra casa, fazer um esforço com as pernas e gostar ainda mais do momento "em que se chega em casa".

Chegando em casa, sim, eles estavam devidamente preocupados. Tinham até ligado pra namorada, veja só! Liguei pra namorada, falei que estava tudo bem e contei como havia sido a prova de maneira semelhante a que fiz aqui.

Neste momento, aguardo ansiosamente pelas provas de matemática e física, na quinta e quarta feira, respectivamente. Vamos quebrar tudo! USP ano que vem para a vitória!

Obrigado pela atenção. Sem mais, fico por aqui.
Felicitações a todos! =*

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Texto Ruim 1

[spoiler]O texto abaixo ficou MUITO ruim. Continue lendo por sua própria conta e risco[/spoiler]

Oh, noes!

Tá, eu consegui achar temas para fazer a tal dissertação, mas confesso. A preguiça foi tão tremendamente absurda que eu não tive coragem de iniciá-lo.

Em vez disso resolvi escrever um pouco livre, como já venho fazendo nos outros posts. :D

Primeiro, boas notícias. Depois, mais bobagem, talvez.

Foram 64 questões corretas no gabarito entregue por mim à banca corretora no último dia 26.

Anteontem, dia 13 de dezembro, mais um árduo, difícil e cansativo dia na vida deste que vos fala, a organização do evento (mais informações aqui) divulgou as notas de corte para cada um dos cursos que a Universidade de São Paulo oferece, incluindo física, onde a nota de corte foi de 42 pontos.

Adicinando as minhas pequenas vantagens (enem e o fato de eu ter estudado em escola pública a vida inteirinha), tenho 67,75 pontos. Resumindo: TEHNU 25 PONTUS A MASI Q A NTOA D CTROE DA FSVUET PRA FISIK AEEE! Estou feliz.

Espero que eu passe na segunda fase...

Lembrar: Não escreva com sono, Gabriel.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

De qual você gosta mais?

Cuidado: Conteúdo altamente viciante.

http://likebetter.com/

Bom, muito tempo sem postar, precisei de alguma coisa, só pra tentar manter por aqui as poucas pessoas que acessam este blog lindo.

De uma forma geral, você clica em uma das duas fotos que aparecem. Várias vezes. Depois de algum tempo, o cérebro que tem logo abaixo das fotos fica rosa. Você clica nele e o site fala um pouco sobre você. Ele acertou sobre mim... 8 vezes. Gostei. :D

Diz aí, o site acertou pra você, também? /rm

Podem sugerir mais pauta, pra mim, não vou ficar bravo. xD

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Admirável tarifa nova

Tudo aumenta.
Yevgen Koizo 65:7


Você que não esteve em outro continente durante os últimos 14 anos sabe que as tarifas de cada um dos transportes públicos da cidade de São Paulo aumentaram na última quinta-feira, dia 30.

Para compreender melhor o universo, pela primeira vez na história, metrô, trens da CPTM e ônibus custam o mesmo preço: 2 reais e 30 centavos. Isso representou um aumento de 30 centavos em ônibus e 20 centavos em metrô e trens da CPTM.

Também o preço da integração aumentou, como esperado. Saltou de 3 reais para 3,50.

De acordo com os cálculos desta minha pequena e maníaca mente, que nunca consegue parar de pensar, o aumento da integração foi particularmente abusivo.

Explico: Antes do aumento, duas passagens juntas (metrô + ônibus) custavam 4,10 (2,10 + 2,00). A economia feita por cada cidadão de bem equivalia a 1,10 real, ou seja, quase 27%. Hoje, depois do aumento, duas passagens custam 4,60. A economia de cada cidadão ainda é de 1,10. O problema é que a nossa economia não é mais de 27%. Hoje, economizamos míseros 24%.

Se você ficou com medo dos números do parágrafo anterior, resumo: aumentaram o preço e diminuiram o desconto.

Eu fico muito triste quando penso que, não só o meu ônibus + metrô ficou mais caro, mas me tiraram um pouquinho do que eu economizava... =(

Você pode procurar aí pela internet e perceber que o aumento foi maior que a inflação, que houveram algumas manifestações populares e que, claro, ninguém voltou atrás.

Esse é o meu parecer superficial sobre as novas tarifas da cidade. Uma merda, de qualquer forma...

Obrigado pelas sugestões, Thá e Cel! Política e transportes públicos, aí está. ^^

quinta-feira, 30 de novembro de 2006

Formação Acadêmica

Muito bem, como eu disse no post anterior, um pouco do que podemos chamar de "Formação Acadêmica".

1ª Série

Um ano depois da morte de Ayrton... Ok, chega de saudosismo, isto não precisa ser mencionado.

Na primeira série estudei no Plínio Barreto, escola estadual quando essa instituição ainda tinha todas as aulas (pelo menos eu me lembro assim).

Sem mais informações disponíveis na minha memória, neste momento.

2ª a 4ª Série

Por algum motivo que eu desconheço, separaram os ensinos em ciclos. Saí do Plinião porque ele não dava aulas para as crianças do Ensino Fundamental Ciclo I. A outra escola pública próxima de casa era o Queiroz. Dr. Antônio de Queiroz Telles, se me lembro bem...

Ganhei alguns poucos professores (tias, na verdade) a mais e completei o Ciclo I ali, onde fica o maior pátio de escola que já vi na vida.

5ª a 8ª Série

Ok, de volta ao Plínio, escola estadual que ficou com a árdua tarefa de dar aulas praqueles pentelhos que, logo depois que mudam de escola já acham que são gente. Eu era um desses. Só por terem um professor pra cada matéria, já acham que podem muita coisa. Ah, Deus abençoe as crianças. /assobi

Desse período lembro de dois professores, cujas aulas vêm à minha mente de tempos em tempos. São eles Reinaldo, de ciências e Carol, de português.

Sobre o Reinaldo posso falar que mantenho gratidão por ele ter me feito passar no vestibulinho para a ETE. Eu não sei se teria passado sem os 80% que acertei na matéria dele, naquela prova. :B

Sobre a Carol, poderia resumir praticamente todas as aulas dela em uma palavra: verbos. Ela é fanática por eles. devo ter escrito mais verbos na aula dela do que todos já escrevi em todas as mensagens que já redigi na vida.

Em partes, a culpa é dela por eu falar bem, hoje em dia. xD

1º a 3º Colegial

Depois de um disputado vestibulinho, lá estava eu, numa escola nova, sozinho e sem amigos, uma vez que nenhum deles pôde estudar lá devido à grande concorrência do processo seletivo. /:/

A parte boa é que eu não era o único que se sentia assim, no Camargo Aranha. Com essa característica em comum, não foi exatamente difícil encontrar amiguinhos por lá.

Como de costume, os anos de colegial foram totalmente excelentes. Lembro-me deles com particular felicidade. ^^

A parte ruim é que o colegial do Camargo não me deu base suficiente pra passar na USP na primeira oportunidade sem cursinho.

Embora tenha feito engenharia, não fiz pontos suficientes na prova e não fui nem pra segunda fase. Tudo bem, nem ligo... Eu nem queria fazer engenharia, mesmo (invejinha).

Aqui, eu lembro, sem carinho, do Professor Ademauro, que lecionava física. Não gosto das aulas dele, não gosto das provas (facílimas) com duas questões, não gosto da forma como ele escrevia com o canetão no quadro branco (logo mais infográfico explicativo)... Juro que não sei como sobrevivi a essas péssimas aulas de física gostando da matéria. Devo ser maluco, mesmo.

Cursinho :B

Quem não passa na faculdade na primeira tentativa, faz cursinho.
Demócrines 14:82



É o meu caso. Peguei turmas de maio no Objetivo, estudei pouco (pra não dizer que quase não pequei em livros em casa) e fiz 18 pontos a mais do que no ano passado. Se a nota de corte de Física (sim!) não subir 20 pontos, estou dentro da segunda fase, o que justifica este blog. =D

Ok, eu sei que a redação da segunda fase é, na verdade, uma dissertação, por isso pretendo fazer e colocar algumas delas por aqui.

De qualquer forma, escrever, mesmo que não seja dissertação, deve servir como treino. É por esse motivo que não deixarei de escrever, mesmo sem intenção de expressar minha opinião sobre algum assunto.

Por fim, se você ainda está lendo isto, sugira algum assunto para eu escrever sobre. Você pode ter seu nome publicado aqui!

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Sobre este blog

Este blog foi criado por motivos diversos. Listo por aqui alguns deles:

O primeiro e mais importante deles é aprender a escrever redações decentes para serem apresentadas à otimíssima banca de corretores da FUVEST. Basicamente eu vou postar aqui todo o lixo que eu escrever tentando fazer uma boa redação para aquelas boas, lindas, generosas e ótimas pessoas. (Espero que alguma delas leia isto. :B)

Outro motivo pode ser representado pelo fato de grande parte das pessoas com quem eu me comunico hoje em dia terem seus próprios blogs. Elas podem falar sobre o que quiserem no blog delas, eu posso falar o que eu quiser no meu blog. Não é lindo!?

Conhecer, desbravar, aprender, fuçar, desvendar e desmistificar o blogger beta também pode ser apontado como uma das razões que trouxe a nós a criação deste que promete ser um dos maiores blogs em língua portuguesa da internet, a nível mundial.

Posso citar, ainda, a possibilidade de usar o google adsense para ganhar alguns trocados por aqui, de cada boa alma que clicar no link presente no menu à direita deste texto.

(Não se sinta obrigado a fazer isso. Um dos termos do contrato que eu assinei, virtualmente, é exatamente que eu não influencie as pessoas a clicar naquele link através de palavras.)

Termino aqui a apresentação do presente blog que nasce exatamente agora.

Para aqueles que quiserem mais informações sobre a minha prova da FUVEST, prometo um breve resumo sobre ela e sobre a minha história estudantil em um próximo post. xD